A história de Rosie Pope -Grávida de Salto

Rosie nasceu em Londres mas fez carreira nos Estados Unidos. Em 2008, quando teve seu primeiro filho (hoje já está no filho n. 5!) criou o Rosie Pope Maternity. Uma marca de moda gestante que evoluiu para empresa de consultoria e um livro, o Mommy IQ. Rosie auxilia pais e mães ocupados em todos os assuntos que podem envolver um bebê, desde a compra de roupas para gravidez, lista de enxoval, escolha de médicos e pediatras, até seminários e cursos, como o de cuidados com recém-nascidos, amamentação, preparação para o parto natural, primeiros socorros entre outros.

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Em 2011, depois de ajudar a elite hollywoodiana e mulheres de Louboutins no caminho da maternidade, ela estrelou um programa de TV chamado “Pregnant in Heels” (grávidas de salto). A série misturou um pouco de realidade e ficção e teve duas temporadas. Nos episódios, Rosie ajudou pais adotivos na nova rotina; mãe solteira a encontrar um companheiro em plena gravidez; ensinou pais a serem mais participativos no dia a dia familiar; fez terapia de casal e até ajudou uma brasileira de Nova Iorque que queria encontrar uma mãe de leite para o filho. O problema é que ama de peito é proibido nos Estados Unidos, por isso, ela foi atrás de doadoras de leite materno. Se você quiser assistir um resuminho dessa história em inglês, confira o link:

Rosie Pope – Pregnant in Heels

Atualmente, Rosie Pope Maternity possui duas lojas em Nova York e uma em Santa Mônica, na Califórnia. Além de revender sua marca moda gestante e bebê em grandes redes como Macys, Nordstrom, Bloomindales e Amazon também administra o MomPrep, a parte do negócio que oferece cursos presenciais para  gestantes.

Rosie Pope-grávida de salto

Post não patrocinado! Apenas mais uma história de uma mãe empreendedora.

MasterChef Júnior ou o dia em que o raio gourmetizador atingiu nossas crianças

Lá se foram os primeiros episódios de MasterChef Júnior Brasil. No primeiro programa, as crianças cozinharam pratos como french rack de javali e biscoito de caramelo toffee com pó de macadâmia, purê e picles de maçã verde. Oi??? Desculpe, mas que coisa estranha! Tudo bem, a criançada que está lá é prodígio mesmo, talentosíssima, mas é gourmetizar demais, gente! Isso não combina com criança, não combina com paladar de criança! Conclusão número 1: MasterChef Júnior é um programa para adultos.

Masterchef Junior Brasil

Imagem: MasterChef Junior Brasil – Band

Sou defensora ferrenha de que todos devem saber cozinhar. Se virar na cozinha é uma questão de sobrevivência. Qualquer um que não seja uma criancinha pequena, inválido ou que tenha alguma limitação séria deveria ter algumas habilidades básicas para se virar sozinho: cozinhar é uma delas. Esperar ser servido por alguém 100% do tempo não parece muito razoável. Viver de restaurante e processados também não. Por isso, como mãe, já comecei a ensinar algumas dessas habilidades básicas de cozinha para meus filhos, chamando eles para participar quando vou preparar alguma coisa simples. E olha que eles só têm 3 e 1 ano. Sinceramente, acho isso fundamental.

Outra coisa: ao participar da elaboração dos alimentos, as crianças realmente se animam a experimentar sabores novos. Mas sem piração, por favor! Comida boa para criança fazer e comer deve ser simples, o mais saudável possível e com toque lúdico. Eu, com a idade das crianças do MasterChef Júnior, também adorava cozinhar. Minha receita favorita não era french rack de javali, mas sim rocambole de doce de leite, melado, bem paladar infantil mesmo.

Para as mães e pais, minha dica é: leve sua criança para a cozinha. Procure receitas simples, decore os pratos com carinhas, compre cortadores de biscoitos para deixar os alimentos com formatos divertidos. Desenvolva o gosto pela cozinha em seus filhos, sem cobranças, sem gourmetização, mas com carinho, afeto e cara de criança!

Comida de criança

Imagem: Parenting

Quer se inspirar? Dá uma olhada no nosso painel Receitas para crianças no Pinterest ou Revista Crescer, Disney Babble e Tem Criança na Cozinha – Gloob.

Sete Vidas – Mãe noveleira

Escrevo esse post prevendo lágrimas no final do capítulo da novela das 6, da Lícia Manzo. Sete Vidas foi uma história de amores possíveis e impossíveis, diálogos intensos e temas meio doidos mas que já devem ter acontecido por aí e a gente é que nunca se deu conta. É história de gente, de mulher, de homem, de criança e tem cada diálogo, cada poesia, cada música (Marisa, Barão, Legião, Titãs, Chico, Gal, Nana) que dava vontade de mais!

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Imagem: GShow

O enredo principal gira em torno do personagem do Miguel, que quando moço vendeu o sêmen para um laboratório. Dessa venda surgiram 7 filhos e aí, senta que lá vem história. Porém, uma das cenas que mais me emocionou não foi da trama principal, foi a história de uma mãe que entregou para adoção a filha e, depois de 6 meses, se arrependeu e pediu novamente a guarda na justiça. A cena da mãe adotiva “devolvendo” a filha para mãe biológica foi IN-CRÍ-VEL. Só de relembrar arrepia a alma.

Não temos emissoras do Brasil aqui em casa! Um dos nossos objetivos era realmente atolar o pé na cultura americana. Por 2 anos deu certo, mas eu sentia falta de uma novelinha de vez em quando! Ter uma Globo ou Record Internacionais não era opção, aí encontrei uma assinatura globo.com que resolveu o problema. Assisto, pela Internet, o que quero na hora que bem entender! Todas as séries, novelas, jornais e programas ficam gravados lá. Não consegui assistir nem metade de Sete Vidas, uma pena. Vida de mãe. Acho que só vou acompanhar uma novela novamente quando meu filho for adolescente. Só que o pouco que vi foi suficiente para me apaixonar! Pena que não tenho tia, amiga, comadre para fofocar sobre esse final de novela no almoço de domingo! Faz parte! Essa história acabou, mas se quiser acessar o arquivo tem que fazer uma assinatura Globo.com que custa R$ 12.90 por mês.

A Globo não me pagou por esse post, tá? Ah, eu nem chorei no último capítulo.