Mercado de trabalho,voltei!

 MERCADO DE TRABALHO VOLTEI

Muitas mulheres ao se tornarem mães optam a se dedicar apenas a maternidade, pelos dias estressantes de trabalho sem rotina e sem previsão de término, porque não conseguiram se dedicar o suficiente ao primeiro filho ou para “mergulhar” no seu maior sonho.

Independente do motivo é uma tarefa difícil entender qual a melhor opção, e não existe uma decisão correta e tampouco uma errada, o que ocorre é que cada uma de nós escolhe a que se adapta melhor aos nossos planos.

E então os filhos crescem, a profissional consegue estabelecer uma rotina e eles ficam mais independentes para realizar as tarefas cotidianas.

Surge então a necessidade de retomar sua carreira, neste momento muitas mães ficam preocupadas de que este tempo distante do mercado prejudique o retorno.

Quando definir se dedicar aos filhos, pense se pretende um dia retornar ao mercado de trabalho­, pois no decorrer de seu afastamento será necessário você tomar algumas atitudes para que seu retorno seja mais tranquilo:

Volta ao mercado de trabalho após maternidade

  1. Organize-se com calma– defina a rotina dos seus filhos e a sua e quem dará apoio a eles em sua ausência para que fique claro nas entrevistas que você está pronta para retornar ao mercado;
  2. Conhecimentos atualizados– realize cursos, workshops e palestras, para manter seus conhecimentos adequados às exigências do mercado de trabalho e contato com profissionais da área;
  3. Networking atualizado– mantenha contato com antigos colegas de trabalho e com pessoas que possam auxilia-la no retorno (amigos, parentes, conhecidos);

Algumas mães optam por mudar de área para que consigam ter uma rotina mais tranquila, com horários flexíveis e/ou definidos, caso este seja seu caso:

  1. Se prepare como no início da carreira- defina uma nova área de atuação e busque informações sobre ela, estude o mercado e faça cursos voltados ao novo setor;
  2. Atuar como Free Lancer- boa opção para que você tenha flexibilidade de horário e maior tempo com seus filhos;
  3. Abrir seu negócio– defina a modalidade, investimento, estude o mercado, faça um bom plano de negócios e de custos que envolverão sua empresa.

Caso você não defina inicialmente se retornará ou não ao mercado é sempre bom manter seu networking ativo e contato com seus ex-colegas de trabalho e buscar cursos e palestras afinal, conhecimento nunca é demais!

Tenha foco e paciência, pois mesmo que demore um pouco seu retorno será um sucesso!

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Nasce uma mãe! E a profissional, como fica?!

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Quando o período de licença está terminando, as mulheres devem tomar uma difícil decisão: se dedicar integralmente ao bebê ou voltar ao trabalho e retomar a sua carreira?

A mulher se depara com um turbilhão de questões que a deixa culpada por sua decisão de retornar! Independente se você é ou não mãe de “primeira viagem”, fica sempre a dúvida de como voltar ao mercado de trabalho, pois “mãe é mãe”!

Algumas perguntas surgem: Como estabelecer uma rotina? Como deixar meu filho em uma escola que não conheço? Será que minha mãe ou a babá vão dar conta? E se o meu bebê ficar doente?

Se você está nesta fase, com este “dilema” em sua vida, saiba que você não está sozinha!

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Não será fácil! Seus dias serão bem corridos, mas tenha certeza de que é possível conciliar seu bebê, marido, casa e carreira. Tudo se tornará um hábito, uma rotina e só basta você se organizar!

Prepare-se para este momento: Entenda que ficar pouco tempo com seu pequeno não significa ama-lo menos, mas sim dar melhores condições e maior conforto para ele, além da sua realização pessoal, que é muito importante para que consiga viver a maternidade com uma felicidade plena!

Algumas dicas são importantes para que você prepare seu retorno com tranquilidade e com a certeza de que seu filho será bem cuidado, amparado e que terá tempo para se dedicar a ele quando voltar do trabalho:

Primeira dica: Estabelecer horários- calcule o tempo que levará para fazer o percurso de ida e volta para seu trabalho, para conseguir estabelecer os horários da sua rotina e a do bebê, que deve ser determinada antes do retorno!

Segunda dica: Seguir uma rotina- para o bebê é muito importante manter uma rotina, mas você perceberá que para você também será essencial para que consiga conciliar o trabalho e os cuidados com o seu filho. Pense na rotina que adotará ao acordar, os horários de levar e buscar seu filho e quem irá faze-lo, quando chegar em casa como será sua rotina. Depois que seu bebê dormir você deve reservar pelo menos meia hora para você, isso é muito importante, programe-se!

Terceira dica: Verificar a flexibilidade da empresa- avalie se existe a possibilidade de repor os horários que precisar se ausentar (avisando com antecedência sempre que possível e evitando abusos é claro!). Você só poderá se ausentar frente a alguma emergência, por isso pense em alternativas, em pessoas que poderão auxilia-la caso seu filho fique doente ou se precisar levar ele em algum lugar, pois imprevistos acontecem! Pedir ajuda nestes momentos é essencial!

E por último e mais importante: mantenha a calma- ficar tranquila é importante para que você consiga organizar sua rotina, pensar em alternativas eficazes e principalmente “se acostumar” com a ideia de estar longe do seu bebê por boa parte do dia. Faça o momento mais maravilhoso e especial de sua vida ser único, mas perceba que ter uma carreira saudável e repleta de oportunidades é possível e não será prejudicial ao seu filho!

4 Dicas para a Volta da Licença Maternidade


Vanessa Mello é formada em Psicologia e com Especialização em Modelo de Gestão e Clima Organizacional, Diretora da Novarum Consultoria em Recursos Humanos e mãe do Kaique.

www.novarumconsultoria.com.br

Como Conciliar Maternidade e Carreira

Como conciliar maternidade e trabalho

Recentemente entrevistei algumas colegas sobre como conciliar maternidade e carreira. A entrevista foi feita para um blog interno da empresa onde trabalho. Todas as mulheres entrevistadas são mães, com filhos ainda crianças e que também têm sido muito bem sucedidas em suas carreiras. E essas são as principais dicas que capturei no papo com elas:

  • Seja eficiente: se tempo é um bem precioso para qualquer ser humano, para quem é mãe, o tempo é um tesouro dos mais valiosos. Por isso, foco e eficiência são fundamentais. As dicas são: valorize cada minuto de seu dia no trabalho, planeje e organize as tarefas a serem realizadas, tenha foco e não perca tempo com o que não for realmente importante.
  • Pai parceiro: Içami Tiba, no clássico Quem Ama Educa, diz que a mãe sobrecarregada “não precisaria ser 100% mãe. Poderia ser só 50% se os outros 50% fossem complementados pelo pai”. Uma divisão mais igualitária de tarefas é boa para a mãe, cria laços mais estreitos entre pai e filhos e aproxima o casal.

MAIS: Mãe e profissional: como a maternidade afeta sua carreira?

  • Momentos mãe-criança: planeje em sua agenda momentos entre você e sua criança. No dia a dia, se for necessário, bloqueie sua agenda para conseguir levar a criança à escola ou voltar a tempo de jantar com ela ou dar banho. Também se lembre de planejar com antecedência alguns momentos especiais de diversão em família para os finais de semana, feriados e férias.
  • Aceite que você não é uma Mulher Maravilha: delegue atividades e aceite ajuda, sem tentar ter controle total sobre tudo o que acontece. Dessa forma, você diminui a frustração por estar no trabalho preocupada com a família e estar em casa preocupada com o trabalho.

O legado de uma mãe que trabalha fora

Mães que trabalham

Fui criada por uma mãe que trabalhava fora. Na verdade, fui criada em uma família de mulheres fortes e trabalhadoras. E talvez por isso nunca fez muito sentido para mim uma mulher ser somente dona de casa ou abandonar a profissão após a chegada dos filhos. Até que me tornei mãe e passei a entender completamente a opção de quem decide fazer do cuidado com a família sua opção de vida.

Mas a verdade é a seguinte: quando nasce uma mãe, nasce uma culpa! Qualquer cenário, trabalhar fora ou não, seja por opção ou por necessidade, tem seus prós e contras e consequentemente trás consigo uma bela dose de renúncias. E  eu, mãe com um emprego, lido todos os dias com esses prós e contras da minha escolha.

Por isso, foi legal descobrir um estudo feito pela universidade de Harvard que aponta que ser criado por uma mãe que trabalha fora tem efeitos positivos na vida adulta, especialmente no caso das meninas. A pesquisa realizada entre os anos de 2002 e 2012, avaliou 50.000 pessoas, com idades entre 18 a 60 anos e concluiu que mulheres com mães que trabalham fora tiveram melhor desempenho profissional, ganhando em média 6% mais e possuindo melhores cargos do que aquelas cujas mães ficavam em casa – 21% das mulheres criadas por mães que trabalhavam fora tinham cargos de chefia, contra uma média de 18% das criadas por donas de casa.

MAIS: As lições da vida corporativa para ser uma mãe mais eficiente e feliz

Já no caso dos meninos, não foram encontradas diferenças significativas no desempenho profissional entre aqueles que são filhos de mães que trabalhavam fora ou não. Entretanto, os pesquisadores verificaram que homens cujas mães trabalhavam eram mais participativos nas tarefas domésticas de suas próprias casas quando adultos. Entre os pesquisados, aqueles que tinham mães que trabalham dedicavam quase duas vezes mais horas em cuidados com sua família e crianças do que aqueles oriundos de famílias mais tradicionais (16 horas semanais contra 8,5 horas).

Portanto, se você é uma mãe que se desdobra para conciliar carreira e maternidade, saiba que seu esforço de prover uma melhor vida para seus filhos também deixa um importante legado para o futuro de suas crianças.

 

Madame Morena

Pense em duas mulheres lindas e super alto astral! Além de mães e empreendedoras as proprietárias da Madame Morena são gêmeas! Passei uma tarde com a Francine conversando sobre a vida e sobre como decidiram empreender.

Francine e Francesnei são formadas em Publicidade e Propaganda, trabalharam um tempo na área para grandes empresas nacionais e multinacionais. O ritmo insano de trabalho na empresa dos “outros”, principalmente durante a gravidez da Francine, fez rever conceitos e não quiseram mais ser tão intensas em algo que não tinham reconhecimento e no final as deixava frustradas. Movidas a desafio, sentiram que precisavam de mais e por serem apaixonadas por tendêndias e moda investiram nisso.

A empreitada inicial foi a criação, em 2007, da loja de acessórios Madame Morena. Elas alugaram uma sala comercial no andar térreo de um prédio de escritórios que abriga os principais médicos, advogados e demais profissionais liberais de Curitiba. Segundo a Francine, ter começado nesse ambiente de galeria foi essencial para que elas pudessem se testar com liberdade e se conhecer como donas, pois precisavam pesquisar, vender, comprar, administrar tudo e fazer contatos.

O ritmo de empreededoras faz bem para a família das meninas, que fica em primeiro lugar sempre. A loja Madame Morena tinha um espaço para que as crianças, ainda bebês, pudessem ficar no trabalho com as mães. Mãe empreendedora não tem licença maternidade!Fran conta que quando não tinha funcionário já fechou a loja em uma tarde de horário comercial para assistir a apresentação de escola da filha; “também já fechei para poder acompanhar desfile internacional e também para férias coletivas. Posso levar e buscar da escola, cuido do que comem e organizo a rotina da casa.”

Mademe Morena

Imagem: Divulgação

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Em 2015 outras oportunidades apareceram e depois de muito trabalho e autoconhecimento as gêmeas inauguraram uma loja de roupas,a Sunset Outlet. Agora, a marca Madame Morena divide o espaço com marcas como Reserva, Farm, Desigual, Rosa Chá, Levis e Cavalera em três endereços de Curitiba, empregando cerca de 10 pessoas.

A vida de administradora também tem percalços, dias antes da inauguração do primeiro Outlet, a loja foi assaltada e elas perderam todo o estoque de roupas para meses de venda. Um prejuízo e tanto, antes mesmo de começar, que o seguro não cobriu totalmente. As meninas sentiram na pele o que já liam muito nos jornais: “O Brasil não é a favor das micro empresas! Para quem faz o processo da maneira certa e paga todos os impostos é pesado”. E quando pergunto sobre a crise, violência, dólar alto ela rebate e revela: “Eu sei que a situação não está fácil, mas não posso me deixar levar com essas notícias e negatividade, precisamos Fazer e Acontecer nos momentos econômicos ruins e bons.O dólar alto fica inviável importar algumas marcas, mas sempre encontramos outra alternativa.”

“Ser empresário cansa, mas é um cansaço que estimula, revigora. Se naquele dia o caixa não fechou, eu preciso de ideias e estratégias para vender o dobro no dia seguinte. Trabalhamos muito mais, sabendo que o retorno do que fizermos será por nossa conta e risco. Isso também inspira e muito”.

Mais sobre a loja Sunset Outlet no https://www.facebook.com/sunsetoutletpr/

Gostou desse exemplo? Também é uma mãe empreededora? Escreve para nós, vamos adorar ter sua história por aqui.