Como guardar e expor os desenhos das crianças

O que você faz com os trabalhos de escola de seus filhos? Eu morro de dó de jogar fora, mas ao mesmo tempo fico com aflição de acumular pilhas de cadernos, pastas e papéis soltos. Tem solução? Sim! Vão aí algumas ideias mara para guardar os desenhos das crianças de um jeito esperto, bonito e sem bagunça!

Digitalize

Faça um scan ou fotografe os desenhos feitos durante o ano ou semestre. Crie pastas no computador para cada ano. Você também pode fazer uma seleção dos melhores trabalhos, imprimir e colocar em uma única moldura.

Imagens: Apartment Therapy e I Heart Organizing

Faça um livro

Outra sugestão é fazer um fotolivro com os trabalhos digitalizados.

Imagens: Creative Green Living e Pinterest

Crie uma galeria

Pode ser no quarto da criança ou em algum outro cômodo da casa: reserve uma parede para ser a galeria de arte das crianças.

Imagens: The Caterpillar Years e A Thoughtfulplace

Exponha os desenhos na geladeira

Solução fácil: colocar os desenhos presos com imãs na geladeira. Mas também dá para mandar imprimir os desenhos em imãs – lojas online que fazem revelação digital têm essa opção.

geladeira-com-desenhos

Imagem: Pinterest

Borde o desenho

AMO essa ideia! O desenho pode virar almofada, quadrinho, bordado de toalha… É também uma opção super criativa de presente para vovós, tias e madrinhas. Para quem quiser aprender a bordar, recomendo o canal do Clube do Bordado.

bordado-com-desenho-infantil

Imagem: Revista Minha Casa

 

 

As mochilas das crianças japonesas

Coisa linda essa reportagem feita pelo Jornal Nacional: as crianças japonesas e suas mochilas (praticamente iguais!) que as acompanham pelos 6 anos do ensino fundamental de lá. Tudo a ver com outros papos que tivemos por aqui – Menos brinquedos, mais brincadeiras e Consumismo Infantil.

A mochila é simples, tradicional e como tudo que tem história, trás consigo várias lições. Para começar, vai na contramão do fast-fashion, do consumo de bens de pouca qualidade que esgotam recursos naturais de forma irresponsável e geram montanhas de lixo por aí. O tal do “barato que sai caro”, para você que comprou e para o planeta também. E ainda evitam acessos consumistas para ter a mochila com o personagem da vez – mesmo quando a antiga ainda está em bom estado.

Isso é sustentabilidade! E vale lembrar que esse termo é mais amplo do que ecologia. É o tal tripé que envolve também os aspectos econômicos e sociais. Ou seja, para educar de forma sustentável, precisamos ensinar às nossas crianças o respeito ao meio ambiente, a responsabilidade com o dinheiro e o bom convívio social.

E isso tudo está de uma forma ou outra nessa reportagem, no exemplo de uma simples mochila…

Jornal Nacional - mochilas das crianças japonesas

 

Registros do primeiro e último dia de aula

O ano letivo começa em breve – e até já falamos por aqui sobre o ansiedade que vem junto com o início das aulas para as crianças que vão para a escola pela primeira vez. Uma ideia mara e super popular nos Estados Unidos é registrar em fotos e com pequenos cartazes o primeiro e último dia de aula da criança. Ver como eles cresceram e mudaram nesse período é muito bom! Vale a pena fazer esse registro!

Primeiro e ultimo dia de aula

Imagem (fofa!): HarpersHappenings.com

Preparei um cartaz para as fotos do primeiro dia de aula dos meninos, que será nessa terça. Fiz algo sem complicação, no power point mesmo. Compartilhei o arquivo lá no SlideShare, quem quiser reaproveitar e adaptar com as informações da sua criança, é só baixar o arquivo, alterar como quiser e fazer uma foto bem linda do seu/sua pequeno (a).

O primeiro dia de escola de uma criança

Ano novo é certamente sinônimo de um marco. As contagens regressivas anunciando os últimos minutos do ano que está se acabando nos convida a comemorarmos com muita alegria e shows de pirotecnia a chegada do que representa uma mudança.

Comemoramos o novo sem termos a menor certeza dos acontecimentos que estarão por vir.

Marcante também é o primeiro dia de escola de nossos filhos.

primeiro dia escola

Imagem: Ian D. Keating

As reações diante deste acontecimento são muito pessoais e diversificadas tanto para os pais, especialmente para as mães, quanto para os filhos. Alguns pequenos se encaminham felizes para a escola, outros chegam meio tímidos e tem aqueles que se recusam a ficar.

Será que algumas mamães já passaram pela experiência de ao deixarem os filhos na escola saírem com os olhos cheios de lágrimas, coração apertado?

E quem já teve que travar uma batalha interna ao assistir a criança chorando sob os cuidados de quem se confiou e resistir à tentação de levar o filho embora para casa?

Estes sentimentos são comuns e naturais. Afinal o bem mais precioso que se tem está sendo dividido com o mundo. Saber  que os filhos não nos pertencem é uma coisa, constatar isto é outra.

Pois é, a creche, a escola, apontam para uma mudança na vida da família. Mudam-se rotinas, agregam-se novas vivências.

Colocar o pequeno na escola é uma maneira de apresentar a vida aos mesmos: igualdades, diferenças, etc.

Para que os pimpolhos aproveitem este momento na vida deles é fundamental que seus progenitores estejam sempre atentos a instituição escolhida tanto no aspecto pedagógico como no aspecto de valores e que estejam de acordo com o que pensam e querem que o pequeno tenha.

O desenvolvimento emocional e intelectual precisam caminhar juntos. Muitas serão as fases que os pequenos terão que atravessar até alcançarem a vida adulta e fazerem suas escolhas profissionais. Propiciar condições e direcionamentos para estes é um apontamento de sucesso no futuro.

Vivenciar  uma enxurrada de sentimentos perante as inúmeras fases que nossas crianças terão que enfrentar é muito semelhante à espera de cada novo ano que se rompe, pois mesmo não sabendo do futuro, insistimos em acreditar que o melhor sempre está por vir.

Escolinha/creche, babá ou vovó? Prós e contras

Escolinha / creche, avós / família ou babá? Qual é a melhor escolha para o cuidado dos filhos quando os pais trabalham fora? Bem, com a experiência de quem viveu as três opções, posso dizer que não há “a” escolha certa. Cada alternativa tem seus prós e contras e cada família deve avaliar sua situação para decidir qual a sua melhor alternativa. Mas aqui vão algumas reflexões para ajudar nessa decisão:

Escolinha/creche, babá ou vovó? Prós e contras

Escolinha / creche

Prós:

– Em geral, é um ambiente bastante confiável.  A presença de mais de um profissional garante que haja uma “auto supervisão” (dificilmente alguém vai maltratar seu filho sem que haja outro profissional por perto).

– Os profissionais têm formação para exercer a profissão (muitas vezes são pedagogos), o que garante que seu filho receberá estímulo adequado para cada fase.

– Você não precisa se preocupar com faltas. Professora faltou? O problema é da escola, não seu.

– A criança terá que aprender a se socializar, a dividir e sempre terá amigos da mesma idade para brincar.

– Sem Simples Doméstico e outras preocupações de quem contrata um profissional por conta própria.

Contras

– Prepare-se: seu filho ficará doente – provavelmente, você também!

– Quando a criança está doente, você terá que se virar com ela em casa.

– A atenção não é individual. Em algumas escolas com número reduzido de crianças, pode-se até chegar mais perto disso, mas a verdade é que escola  = grupo. Atividades, alimentação e horários seguem de acordo com a programação do grupo, não a sua.

– Para quem passa muitas horas no combo deslocamento + horas de trabalho, a escolinha pode ser muito sofrida, já que a criança passará muito tempo por lá.

Babá

Prós

– Atenção individual. Você define horários, dieta, atividades, etc.

– Seu filho fica em casa, no cantinho dele, com conforto.

– Em casa, seu filho ficará menos doente do que em uma escolinha.

Contras

– É a opção mais cara. Somem-se aí os complicomêtros de contratação do nosso Brasil.

– Você precisa simpatizar e desenvolver um relacionamento de confiança com a babá. Mesmo assim, é sempre importante observar como é a reação da criança com relação a profissional – especialmente no caso dos pequenininhos que ainda não falam.

– Você terá que lidar com ausências, falta por doença, férias e licença maternidade.

– Babás tendem a evitar ao máximo que a criança chore – especialmente se os vizinhos possam ouvir. Na prática, isso muitas vezes significa ceder a horas e mais horas de televisão, dar guloseimas e outras coisas que provavelmente você preferiria evitar.

Avós / família

Prós

– Seu filho estará cercado por pessoas que o amam e em um ambiente familiar – e os pais podem sair para trabalhar tranquilos.

– É a opção mais barata.

– Seus valores familiares estarão presentes no dia-a-dia da criança.

Contras

– Prepare-se para um festival de opiniões sobre a educação do seu filho!

– Dependendo do relacionamento com o seu familiar, pode ser muito difícil dar diretrizes e ditar regras sobre como você quer que sua criança seja cuidada.

– Avós tendem a ter regras flexíveis com relação a comportamento, alimentação e etc. É a velha máxima de “na casa da vovó e do vovô pode!”

– Avós talvez não tenham muita energia para acompanhar o ritmo da criança.

Coloque esses prós e contras na sua balança e tome sua decisão. Meu melhor conselho: faça sua escolha, tente minimizar os pontos negativos, mas sem se preocupar excessivamente com eles. Afinal, não há solução ideal. Siga sem coração e acredite que você faz o melhor possível para sua criança!

MAIS: Já pensou em estudar durante sua licença maternidade?