Desenhos em inglês

Que tal trocar as horas de televisão, desenhos, jogos ou filmes em português e introduzir a língua inglesa para as crianças? Treinar o ouvido dos pequenos para uma segunda língua é um grande favor que os pais podem fazer aos filhos, o resultado desse treino, provavelmente, aparecerá mais tarde quando eles começarem a falar inglês sem sotaque.

O You Tube e a Internet são incríveis nessa tarefa. Para as crianças na primeira infância recomendo bastante o site da rede pública de televisão norte americana, www.pbskids.org . Por estar fora dos Estados Unidos você não conseguirá acessar aos vídeos do PBS, mas há uma infinidade de jogos, atividades e histórias virtuais que estão liberados e são bacanas para aprender novas palavras.

desenhos em ingles

A maioria dos desenhos transmitidos pelo PBS têm canais no You Tube e você consegue assistir aos episódios completos em inglês, alguns gratuitamente. Se você é iniciante nessa tarefa, pode começar pelos seguintes títulos:

  • Curious George
  • Daniel Tiger’s Neighborhood
  • Sesame Street
  • Thomas & Friends
  • Cailou
  • Super Why

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Aprender uma outra língua assistindo desenho também pode ser bastante divertido. Aproveite!

24 Segredos que a professora do seu filho quer que você saiba

Dias dos professores chegando e eles merecem toda nossa admiração, carinho e reconhecimento.

Por isso, repostamos aqui algumas frases que a revista Redear Digest publicou da conversa com uma diretora de escola de ensino fundamental, nos Estados Unidos. A revista perguntou qual os temas ela adoraria falar com os pais de alunos, mas não pode! As frases nos fazem pensar sobre o papel dos pais em casa, ao impor limites e ensinar valores. Dá uma olhada nos depoimentos super sinceros:

  • A criança que você tem em casa, quase nunca é a mesma que eu vejo na escola.
  • Crianças são muito fáceis, os pais é que são difíceis tentando resolver os problemas pelos filhos.
  • A tarefa de casa é da criança. Não sua. Nós sabemos o que uma criança de 10 anos é capaz de fazer e o que um adulto com diploma de engenharia também. Não faça a tarefa por eles, que precisam saber errar. Aprende-se muito errando.

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Imagem: Todd Anderson

  • Se você quiser conversar comigo sobre algum problema, marque uma reunião na parte da manhã e com a “cabeça fresca”.
  • Se você acha que o que acontece na sua casa, fica apenas na sua casa, está enganado. Nós sabemos dos seus problemas financeiros, alcoólicos e brigas conjugais.

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Imagem: Zé Carlos Barretta

  • Não diga que seu filho nunca mente para você.Todas as crianças cometem erros e os bons estudantes são, frequentemente, os que mais têm medo de contar sobre suas falhas aos pais.
  • Nossos alunos favoritos não são as crianças com maior QI, inteligentes, o que nós valorizamos é o esforço e dedicação.
  • Se você ou seu filho não gostam da professor, azar. Pense nisso como uma lição, muitas vezes na vida você tem de aprender a lidar com coisas que você não gosta.
  • Quando um aluno joga coisas ou machuca os colegas quando está bravo os pais, geralmente, dizem: -“Eu não tenho problemas com ele em casa, porque sabe que se fizer isso apanha”. Nós não batemos em crianças!

Inspirada nessa história também conversamos com professoras de escolas públicas e privadas do Brasil para saber o que elas adorariam dizer para os pais dos seus alunos, mas sabe como é né? Não dá.

  • Criança mimada é insuportável. Quem estraga o filho são os pais!
  • Cada um tem o filho que merece.
  • Fique esperta para saber o momento em que ele faz manha.
  • Por favor, dê mais limites em casa para que no dia a dia escolar ele também saiba respeitar as regras.
  • Torne seu filho independente para que eles não tenham medo de, pelo menos, tentar fazer. Deixar que eles coloquem o casaco e o tênis já é um bom começo.
  • Ensine a compartilhar, fazendo com que levem algo para a dia do brinquedo na escola, mesmo que ele não queira.
  • Impor regras e limites em casa, respeitar o outro, é educação que precisa ser feita pelos pais e é também uma prova imensa de amor para seu filho.
  • Filho muito podado em casa tem medo de tudo. Na escola é bagunceiro e os pais acham que são santos.
  • Eles sentem a falta dos pais, querem carinho. Troque o tempo usado com eletrônicos por um colinho, leitura ou brincadeira.
  • Nem tudo o que eles dizem é verdade. As crianças inventam muitas histórias.
  • Ao deixar na escola você deve transmitir segurança ao seu filho, não chore junto com ele.
  • Seu filho não vai viver em uma bolha de sabão. Na escola ele brinca, corre, pula e, eventualmente, pode se machucar. Isso também é aprender sobre os limites do corpo.
  • Enquanto estou com seu filho eu cuido com muito carinho, transmito segurança e ensino muitas coisas, por isso, seja educada comigo e faça seu filho fazer o mesmo.
  • Cuide de seu filho, repreenda-o quando necessário pois é melhor que ele chore pra você do que depois, na frente do Delegado.
  • Filho dá trabalho, por isso, é pra quem pode. E aí, vai colocar mais quantos no mundo, achando que a escola vai dar conta do papel da família?

Você é professora e gostou deste texto? Adicionaria algo mais nessa lista? Escreva para nós contando suas histórias, podemos replicá-la anonimamente aqui no blog.

ContatoPolli

Recomendações da Academia Americana de Pediatria sobre o tempo online das crianças

Durante anos, a Academia Americana de Pediatria (AAP) recomendou que crianças com menos de dois anos de idade não tivessem nenhuma exposição a televisão ou a dispositivos como tablets e celulares. Para crianças mais velhas, a AAP recomendava limitar o uso desses dispositivos a no máximo duas horas por dia. Nessa semana, as diretrizes foram alteradas e digamos que se tornaram menos “radicais”.

Crianças online

O fato é que a tecnologia e a Internet são hoje parte integrante de nossas vidas. A grande questão para nós, pais, é como, quanto e quando as crianças podem usá-la. E a AAP nos ajuda nessa tarefa, com as seguintes recomendações para o uso de Internet, jogos e aplicativos:

Online é apenas um outro ambiente. As crianças fazem as mesmas coisas que sempre fizeram, apenas virtualmente. Como qualquer ambiente, a mídia pode ter efeitos positivos e negativos.

A forma de ser mãe/pai não mudou. As mesmas regras se aplicam para ser pai ou mãe em ambientes reais ou virtuais. Pais e mães devem brincar com seus filhos, estabelecer limites, ensinar bondade, envolver-se e conhecer os amigos e lugares frequentados por seus filhos, sejam eles reais ou virtuais.

Ser modelo para seus filhos é fundamental. É preciso limitar o seu próprio tempo online, até para estar atento e presente com os filhos e família longe de telas.

Aprendemos uns com os outros. Pesquisas em neurociência mostram que crianças muito pequenas aprendem melhor através de uma comunicação de mão dupla, ou seja, é preciso interação entre cuidador e criança para o desenvolvimento da linguagem. Apresentações de vídeo passivos não colaboram com o aprendizado. Por outro lado, experiências interativas, como conversar online com o pai que está viajando, tem valor educacional, especialmente após os dois anos de idade.

Atenção ao conteúdo. A qualidade do conteúdo é mais importante do que o dispositivo ou o tempo gasto com meios de comunicação. Priorize como seu filho gasta seu tempo em vez de apenas limitar o tempo para a atividade online.

Curadoria ajuda. Mais de 80.000 aplicativos são rotulados como educacionais, mas há pouca pesquisa que valide a qualidade deles. Nos Estados Unidos, a Common Sense Media faz revisões de aplicativos, jogos e programas por idade. No Brasil, a revista Crescer também tem uma lista de aplicativos recomendados.

Participação. A participação da família no uso da mídia facilita a interação social e aprendizagem. Jogar um jogo junto com seus filhos influencia a forma como eles compreendem a sua experiência de mídia. Para bebês e crianças, acompanhamento no uso dos aplicativos e conteúdo online é essencial.

Brincar é importante. Brincar de forma não estruturada estimula a criatividade. Priorize o tempo diário de brincadeiras “offline”, especialmente para os menorzinhos.

Estabeleça limites. O tempo online, como todas as outras atividades, deve ter limites razoáveis. O uso da tecnologia ajuda ou dificulta a participação do seu filho em outras atividades? Avalie e limite com base na sua observação.

Tudo bem que seu filho adolescente esteja online. Relacionamentos online são parte integrante do desenvolvimento do adolescente. A mídia social pode apoiar a formação de identidade. Ensine seu filho adolescente comportamentos adequados que se aplicam em ambos os mundos, real e online. Peça aos adolescentes que mostrem o que estão fazendo online para ajudar você a entender o conteúdo e contexto.

Criar zonas livres de tecnologia. Preserve o horário das refeições da família. Recarregue os dispositivos durante a noite fora do quarto das crianças. Essas ações incentivam o tempo da família, além de hábitos alimentares e de sono mais saudáveis.

Crianças são crianças. As crianças vão cometer erros usando a mídia. Estes podem ser momentos de ensino se tratados com empatia. Certos comportamentos, no entanto, como relacionados à sexualidade ou agressão, sinalizam uma necessidade de avaliar outros comportamentos de risco do jovem.

Leia também: Navegando Com Segurança no You Tube

Fonte: Academia America de Pediatria

Como uma menina

No último fim de semana, a propaganda “Like a Girl” da Always ganhou o Emmy (o “Oscar” da televisão americana). A campanha questiona a visão estereotipada com relação ao que é agir como uma menina e como podemos agir de forma preconceituosa contra as mulheres sem ao menos perceber.

A outra boa notícia da premiação é que a atriz Viola Davis foi a primeira mulher negra a receber o Emmy como melhor atriz dramática em 67 anos de premiação. Em seu discurso, Viola afirmou

Deixe-me dizer uma coisa, a única coisa que separa as mulheres negras de qualquer outra pessoa é oportunidade. Você não pode ganhar um Emmy por papéis que simplesmente não existem.

Tanto vídeo quanto a premiação de Viola nos fazem pensar sobre o papel da mulher em nossa sociedade, como nos posicionamos e como educamos nossas filhas. Não precisamos agir como homens, pelo contrário (sou defensora fervorosa do valor da diversidade). Precisamos agir como mulheres que somos: fortes, capazes, inteligentes, amorosas, à nossa maneira. E que as capacidades femininas sejam valorizadas, para que cada vez mais mulheres tenham acesso a oportunidades para demonstrar todo seu potencial!

MAIS: O legado de uma mãe que trabalha fora

25 perguntas para puxar conversa com seu filho após a escola

Desde que meu filho começou a ir à escola, com 1 ano e meio de idade, tenho o hábito de perguntar como foi o dia no colégio. Durante muito tempo, eu perguntava e não ouvia nenhuma resposta – sim, um menino de 1 ano e meio não vai sair contando mil e uma sobre seu dia. Mas mesmo assim eu continuava perguntando. Até que um dia tive minha primeira resposta, ele ouviu a pergunta de sempre e respondeu: “legal!”.

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Imagem: Janine e Jean Eden

Vou dizer, parece uma bobagem mas foi super emocionante! É claro que continuo perguntando e as respostas são cada vez melhores: “fiz atividades”, “colei papel no robô”, “o Lucas mordeu o Rafinha”, kkkk, e por aí vai! A gente já falou por aqui sobre como a forma com que você fala com seu filho pode influenciar suas capacidades sociais no futuro. Além disso, não há dúvidas de que o diálogo aproxima pais e filhos. Então aí vai uma sugestão de perguntas “puxa papo” para fazer para seu filho depois da escola:

  1. O que você comeu no almoço?
  2. Do que você brincou no recreio?
  3. Qual foi a coisa mais engraçada que aconteceu hoje?
  4. Será que alguém fez alguma coisa super legal para você?
  5. Qual foi a coisa mais bonita que você fez para outra pessoa hoje?
  6. Quem fez você sorrir hoje?
  7. Será que algum de seus professores iria sobreviver a um apocalipse zumbi? Por quê?
  8. O que você aprendeu hoje?
  9. Quem trouxe o melhor lanche hoje? O que era?
  10. Quais foram os desafios de hoje?
  11. Como você classificaria o seu dia em uma escala de 1 a 10? Por quê?
  12. Se um de seus colegas de classe fosse ser o(a) professor(a) por um dia, quem você gostaria que fosse? Por quê?
  13. Se você tivesse a chance de ser o professor amanhã, o que você ensinaria para sua turma?
  14. Com quem você quem você gostaria de fazer amizade mas ainda não conseguiu? Por que não?
  15. Qual é a regra mais importante para seu/sua professor(a)?
  16. Qual é a brincadeira que as crianças da escola mais gostam?
  17. Seu/sua professor(a) te lembra de alguma outra pessoa que você conhece? Quem?
  18. Conte me algo que você aprendeu sobre um amigo hoje.
  19. O que você fez hoje que foi útil?
  20. Quando você se sentiu mais orgulhoso de si mesmo hoje?
  21. Que regra foi a mais difícil de seguir hoje?
  22. O que você espera aprender antes que o ano acabe?
  23. Quem em sua classe é o seu exato oposto?
  24. Qual a matéria da escola é a mais divertida?
  25. Alguém em sua classe têm dificuldade em seguir as regras?

Fonte: Pop Sugar Moms