As 7 cadeiras de alimentação mais modernas que você já viu

Está procurando novidades? Dá uma olhada nesses itens, são cadeiras de alimentação de design, super contemporâneas e coloridas. As mais modernas que eu já vi:

Boon Flair – É giratória!

Poppy – Se transforma em uma cadeirinha para criança

Bloom – Pode ser utilizada desde recém-nascidos até aos 8 anos de idade

Baby Bjorn – Simples, mas moderna

Inglesina Gusto e Zuma

Nuna Zaaz – Também acompanha as diversas fases do pimpolho

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Oxo Sprout

Esse post não é patrocinado, as cadeiras custam entre $100 e $600 (dólares) e infelizmente, ainda não são encontradas no Brasil.

E aí, você gostou?

Intolerância à lactose na infância

Dor abdominal, sensação de inchaço, flatulência, diarreia e vômitos podem ser sintomas de intolerância à lactose. Muitas crianças e adultos sofrem com esses sintomas, muitas vezes sem saber qual a causa. Convidamos a Flavia Machioni, do blog Lactose Não, para um papo sobre as principais dúvidas de mães e pais sobre esse assunto. E ainda ganhamos uma receita de dar água na boca, sem glúten e sem lactose!

Eu sou a Flavia Machioni, autora do blog Lactose Não. Trabalho com culinária funcional voltada a restrições e alergias alimentares. Entrei nesse mundo por necessidade, pois descobri ser alérgica a proteína do leite e ao glúten. Hoje desenvolvo receitas nutritivas e gostosas sem os principais alimentos alergênicos, que são o leite, glúten e soja. Recebo muitos emails e mensagens de mamães de filhos alérgicos e percebo que cada vez mais as crianças estão tendo restrições alimentares.
 
Apesar de hoje em dia se falar muito sobre intolerância à lactose, as mamães que desconfiarem que seus bebês estão com dificuldades de digestão do leite devem procurar auxílio médico e investigar possível alergia à proteína do leite, que tem se tornado mais frequente e pode ser confundida com a intolerância à lactose. O tratamento para ambos os casos é fundamental e deve ser acompanhado sempre por um bom profissional.
 
Vale lembrar que nenhum mudança na dieta da criança deve ser feita sem orientação médica e nutricional. 
 
O que é a intolerância à lactose? Ela é genética?
A intolerância à lactose é a dificuldade total ou parcial em digerir a lactose, um dos açúcares do leite. Isso se deve pela pouca ou nenhuma produção da enzima lactase no organismo.
Ela pode ser genética ou pode ser uma condição momentânea devido a infecção no trato gastro-intestinal e alimentação inadequada e pobre em nutrientes.
 
Quais são os sinais que podem indicar que uma criança é intolerante à lactose?
Os sintomas da intolerância à lactose são vários e vão desde sinais típicos de indigestão como gases, inchaço abdominal, constipação ou diarréia e cólicas, à rinite, dores de cabeça, coceiras, etc.
 
O que fazer se a mãe suspeitar que seu filho é intolerante à lactose?
A primeira coisa a se fazer é procurar um bom alergista. Eu aconselharia também a procurar um bom nutricionista funcional, com experiência em alergias e restrições alimentares.
Alergias e intolerâncias em bebês e crianças são mais fáceis de reverter, pois a flora intestinal da criança está em desenvolvimento. Portanto com o tratamento certo e um bom profissional acompanhando há boas chances da criança reverter este quadro.
Importante salientar que no caso contrário – falta de diagnóstico e tratamento inadequado – o quadro pode se intensificar e a criança pode desenvolver novas alergias e intolerâncias alimentares.
 
Bolinho de banana sem glúten e leite
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Ingredientes:
1 e 1/2 xícara de farinha de arroz integral ou fubá
1/2 xícara de fécula de batata ou polvilho doce
2 ovos orgânicos
2 bananas maduras
2 colheres de sopa de óleo de coco ou girassol
1/2 xícara de leite de coco ou de amêndoas
1 colher de sopa de fermento em pó
 
Cobertura (opcional):
Manteiga de coco
 
Modo de fazer:
Bata levemente os ovos e o óleo.
Adicione a banana amassada e bata novamente até ficar homogêneo.
Adicione as farinhas e o leite, misturando bem.
Como as bananas estarão maduras não há necessidade de adoçar. Mas caso você ache necessário pode acrescentar 1 ou 2 colheres de melado de cana.
Por fim adicione o fermento em pó, apenas misturando.
 
Coloque em forminhas de cupcakes e asse em forno pré-aquecido por 20-30 minutos à 180 graus.

Como manter a forma na gravidez

Manter o peso em dia durante a gestação é mais que uma questão de estética, é importante para a saúde tanto da mãe quanto do bebê. E quanto menos peso a mamãe ganha na gravidez, menos esforço será necessário para voltar a forma após a chegada do bebê. Não quero bancar a julgadora aqui, sei que em muitos casos há questões mais profundas com relação à isso, mas alguns comportamentos me ajudaram muito a manter o peso em dia nas duas gestações – e inclusive a ficar mais magra que estava antes dos meninos.

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Não faça todas as suas vontades

Quando descobri que estava grávida do meu primeiro filho, minha médica disparou essa frase: “Não faça todas as suas vontades”. E cada vez que eu via uma porcariazinha na frente, lá vinha aquela voz martelar na minha cabeça, sério! Brincadeiras à parte, acho que foi o melhor conselho que recebi. Grávida é mimada, mas evite que esses mimos se voltem contra você. Claro, você vai sentir um pouco mais de fome e se a saúde permitir, vai comer uma guloseima ou outra, mas lembre-se que não é porque você está grávida que tudo está liberado. Isso é importante para você, sua saúde e do seu bebê. Pense nisso!

Mexa-se

Peso excessivo é igual a desânimo! E nada melhor para combater a moleza do que se mexer. Mais uma vez, se a saúde permitir, tente não ficar muito parada: caminhe, não deixe de fazer tarefas domésticas, faça uma atividade física. Minha dica é a hidroginástica: você se exercita e relaxa ao mesmo tempo. Quanto mais você se mexer – e quanto antes começar – mais disposição você terá.

Combata a retenção de líquidos

Grávida incha… E muitas vezes o que parece excesso de peso é na verdade excesso de líquido. E com ele vem o desânimo, preguiça, ansiedade, fome/vontade de comer, ou seja, bola de neve! Para combater o inchaço e não entrar nesse círculo vicioso, beba muita água, descanse sempre que possível com as pernas para cima, use meias compressoras e, se seu médico liberar, faça drenagem linfática.

Sobre as meias de compressão, já comentei antes no post de acessórios para grávidas que usei as da Lupo (que têm cores como preto, para quem quer fugir daquela cor de pele esquisita mais comuns nesses meias) e da Lolypop (os preços mais camaradas). Nos Estados Unidos, ao contrário daqui, esse tipo de meia é super fácil de encontrar e não são caras. Se tiver a oportunidade de comprar por lá, aproveite.

Imagem: Margus Kulden

Filho arroz e feijão em terra de hambúrguer e batata frita

Recentemente fizemos uma mudança de cidades no Texas. A “casa velha” ficava bem próxima de supermercados e restaurantes de comida brasileira e mediterrânea (um pouco parecida com a nossa). Ter um filho que adora arroz e feijão na terra do fast food não é muito fácil. Eu não tenho a casa da vó ou da tia para visitar e filar aaaqqqueeele almoço no domingo e nem mesmo o restaurante por quilo belezura na esquina de casa. Portanto, cozinheira aqui é apenas mais uma das funções maternas!

Alimentação saudável, maternidade hoje

Dia desses um americano perguntou a principal diferença Brasil X USA. São tantas, que na hora até titubeei e respondi depois de uns minutos: – Acho que na fase atual do Gabriel, é a comida! Aí, fui contando para ele os nossos hábitos alimentares. Acho que “caiu a ficha” e ele disse: – É. Nós comemos mal para pra caramba mesmo!

Bem, sendo arroz com feijão ou não, o guri de casa tem de se conformar e acostumar com as refeições “com a mão” que eu mando nos três dias da semana que ele vai para escola. (Esse assunto ainda dá pano para manga e fica pra outro post). A grande questão é que eu me recuso a oferecer de almoço para uma criança de 2 anos pizza, hambúrguer, batata frita e cachorro quente. É um desperdício de oportunidade para um pequeno ser que está formando paladar! Acreditem ou não, foi esse o cardápio mais comum nas escolas que pesquisei. Definitivamente, hábitos alimentares saudáveis não é algo a aprender na escola, por aqui. Claro que, como tudo, não dá para generalizar mas não é à toa que o país tem uma Michele Obama fazendo campanha, Let´s Move.gov, para que isso comece a mudar. Segundo ela 40% das crianças americanas estão com sobrepeso ou obesas. O programa da primeira dama foca em 2 temas principais: qualidade das refeições nas escolas públicas e o incentivo de atividades físicas para as crianças.

Alimentação saudável, maternidade hoje

Imagem: Cook Book Man on Flickr

Mesmo em viagens acabo me rendendo e procurando lugares que ofereçam, pelo menos, um arroz, carne e saladinha. As massas são bem-vindas, mas dias seguidos comendo macarrão com queijo e almondega também não dá. A draguinha arroz e feijão da casa sempre agradece.

Alimentos orgânicos: filhos, pais, maridos, nós e o mundo inteiro

Já dizia o ditado: A ignorância é uma benção! Ultimamente vou de orgânico. Quando dá! Só fui prestar mais atenção ao que entrava na geladeira de casa quando vim morar em Houston e comecei a cozinhar minhas próprias refeições. Na vida que levava antes de ser expatriada, viajando e trabalhando bastante, comia no bandejão mesmo ou no restaurante a quilo da esquina. Entrava na cozinha de casa para o café da manhã e, às vezes, para o jantar. Era o que dava, e eu não tinha consciência crítica sobre a cadeia produtiva e o que estava colocando no meu organismo. Não sou a louca dos orgânicos, mas depois de conhecer alguns ativistas ambientais e seus argumentos e fatos; um supermercado chamado Whole Foods e alguns outros mercados “alternativos” fui convertida!

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O que realmente me fez querer compartilhar o que já aprendi sobre esse tema foram os estudos independentes e o vídeo “O efeito orgânico”, realizado pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Suécia IVL, para uma rede de supermercados. A pesquisa mostra o que acontece quando uma família, de 2 adutos e 3 crianças, que come apenas alimentos convencionais (não-orgânicos) realiza a troca TOTAL por alimentos orgânicos.

Os pesquisadores fizeram coleta de urina de cada integrante da família antes de trocarem TODOS os alimentos da dispensa e geladeira por produtos orgânicos. Depois de 2 semanas consumindo apenas os orgânicos fizeram nova coleta de urina. E, no cruzamento desses 2 resultados, veio a surpresa e transformação. Houve uma redução na quantidade de pesticidas no organismo da família inteira depois que eles passaram a comer apenas os orgânicos.

E aí será que vale a mudança?

Para dar o primeiro passo procure por feiras de produtores rurais e orgânicos da sua cidade nesse site: http://feirasorganicas.idec.org.br/

Pela saúde da família e de todo o MUNDO vale a pena dar uma olhada e ver se tem alguma na sua redondeza.

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