O whatsapp do papai noel!

Papai Noel agora tem WhatsApp! HÔ HÔ HÔ! 🎄☃
Envie a palavra “NATAL” para 08003843646, no WhatsApp pra contar para o Papai Noel o que você quer ganhar de presente! 🎁🤩
A campanha foi criada por uma empresa de Assistentes Virtuais (Prestus), para divertir os pequenos neste fim de ano. Para interagir é simples: adicione o 08003843646 (ou “0800-E-U-G-E-N-I-O”) nos contatos do seu celular e envie a palavra NATAL via WhatsApp (ou se preferir acesse direto 👉🏼 http://bit.ly/hoho18 ); Chame ao lado seu filho(a) para interagir com o Papai Noel e ele responderá na hora.
Após interagir com a criança (com o papai/mamãe ao lado), o assistente virtual se despede e encaminha um e-mail com o pedido do presente para papai/mamãe providenciarem, é claro! 💝🏃‍♀🏃‍♂🚗
Ótimo pra compartilhar no grupo da família e da escolinha! Não há limite no número de interações, nem custo associado.

Mães que não sabem costurar! Presente.

Sou de uma geração de mães que não sabe nem repregar botão de camisa (e disso não tenho orgulho) e em algum momento da vida isso será prioridade. Recentemente estou lendo e refletindo muito sobre a importância de trabalhos manuais para nossas conexões neurais e cognição em um mundo com cliques demais e cerzir de menos. Tudo veio à tona pelo fato de algumas metodologias escolares se utilizarem de trabalhos manuais como atividades complementares em seus currículos, caso da Pedagogia Waldforf, do austríaco Rudolf Steiner, e da Pedagogia de Pestalozzi, utilizada em escolas suíças. Robôs e máquinas já tem feito esse serviço de maneira bastante eficiente na indústria têxtil e até na medicina, mas nós humanos estamos perdendo essa habilidade e todos os outros benefícios cognitivos e emocionais que o ato de costurar, crochetar e bordar podem nos trazer.

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Habilidades manuais também beneficiam a parte cognitiva.

Um cirurgião dentista que saiba bordar, por exemplo, pode ser muito mais habilidoso na sua prática com paciente, comparando-o com outro profissional que não tenha esse conhecimento. A precisão do movimento, o trabalho em espaço reduzido e a necessidade de perfeição do ato de bordar farão diferença no trabalho de cirurgião.

 Uma matéria da BBC News veio até mim justamente em um desses dias de reflexão (ou só os algorítimos dando uma força). O professor Roger Kneebone, ministra aulas de cirurgia em uma faculdade de medicina de Londres e revela que os novos alunos têm tão pouco ou nenhuma experiência de cortar ou costurar que isso está atrapalhando os estudantes na prática da disciplina, mesmo para aqueles que possuem notas altas em matérias teóricas. “Os estudantes estão ficando menos competentes e menos confiantes no trabalho com as mãos.”

Dia desses um pai bravou aos quatro cantos nas redes sociais que era um absurdo em 2018 ele ter revistas e jornais em casa para que a filha de educação infantil pudesse fazer lições de recorta e cola. Coordenação motora aperfeiçoa-se brincando, recortando , colando, ou seja, praticando e não levando o dedo indicador nos apps de jogos. Gerações Y, Z e Millennials pensam que sabem demais por dominarem facilmente o mundo digital, e muitas vezes realmente sabem, mas há sabedorias que apenas nossas avós e professores bem-treinados podem repassar.

O lado bom é que ultimamente tenho visto diversas iniciativas bem moderninhas da geração Y fazendo e acontecendo nessa área e promovendo cursos de corte e costura, bordados, tricô e crochê para quem como eu, agora, percebe o valor dos trabalhos manuais também para nosso cérebro!  Dois perfis bacanas para seguir no insta são @flordeiris_handmade e os cursos das Bocós workshops.com. Se você está em Curitiba e quiser se aventurar no mundo dos trabalhos manuais é um ótimo começo. sewing-needle-thread-mend-eye-of-needle-39548

Matéria completa da BBC que inspirou esse post.

 

Meu filho vai fazer exame e agora?

Meu filho vai fazer exame e agora

É fato que qualquer tipo de exame causa medo e muita apreensão nas crianças e também é verdade que é um momento difícil para nós pais também!

Quando as crianças são bem pequenas e não falam ainda conseguimos contornar melhor a situação com muito carinho mas e depois que crescem?!

Que começam a entender e a reconhecer quando chegam no estacionamento ou na porta do laboratório que ali é o lugar de fazer exame e não querem nem entrar, como fazer?!

Perguntas como se vai doer, se vai demorar e como vai ser são comuns, devido a curiosidade mas principalmente pelo medo, que é o personagem principal neste cenário de realização de exames.

Participei de um evento no Laboratório Delboni na unidade modelo de Pediatria do Itaim Bibi e durante a conversa as responsáveis explicaram que a melhor postura que os pais  podem adotar nesta situação (que é o que sempre fiz com meu pequeno mesmo quando ele ainda nem falava) é explicar que é preciso fazer o exame, quais serão as etapas mas que vai ser rápido e que a mamãe sempre estará ao lado apoiando e acompanhando!

E se eles perguntarem se vai doer?!

Sempre fui muito sincera com meu filho em tudo e nesta situação sempre disse que a verdade, que sim (e todos os pais devem fazer o mesmo), mas que seria rápido com apenas uma picadinha (no caso do exame de sangue), mas que eu estaria lá para segurar a mãozinha dele. Isso gera muito conforto e confiança para a criança ao saber que estaremos junto deles.

Para nós pais e mães é extremamente desconfortável observar nossos pequenos apreensivos, sofrendo e com medo e muitas de nos até choram junto com eles.

Minha orientação nesta situação é que a calma seja mantida, mesmo que estejamos com o coração super apertado e partido, com tanto medo quanto eles e com uma imensa vontade de chorar, que não deixemos nada disso aparente, pois assim passamos segurança e confiança para os nossos pequenos e pequenas.

Nosso carinho, proximidade e tom de voz suave com palavras de conforto e ternura no momento do exame, também são muito importantes para dar o aconchego e amor essenciais neste momento para eles!

Fiquei encantada realmente com a estrutura que o Delboni apresentou em sua unidade modelo durante a apresentação, e as técnicas que aplicam para auxiliar os médicos e enfermeiros na redução do medo, da ansiedade e da angústia de crianças e pais durante os exames laboratoriais e de imagem.

Além da estrutura física que era extremamente atraente para os pequenos com brinquedos e paredes decoradas com personagens de desenhos, questionei as responsáveis se as demais unidades deles, mesmo não sendo específicas para pediatria teriam este tratamento todo diferenciado como lá.

As responsáveis prontamente informaram que toda a equipe de todas as unidades que eram direcionadas para os exames infantis recebiam um treinamento específico para terem atenção especial a este público e que existiria um espaço também com brinquedos e decorado em cada local.

 

Como meu pequeno tinha exames para serem realizados resolvi ver como isso funcionava na prática e foi uma experiência incrível!

Na recepção o tratamento foi convencional (mas como não era uma unidade específica para Pediatria não levei em consideração até porque fomos bem atendidos), quando fomos direcionados ao setor do exame infantil nos deparamos realmente com os brinquedos, personagens e o mais importante com uma equipe super atenciosa, paciente e carinhosa!

Mesmo em uma sala toda decorada com  personagens meu pequeno não queria fazer o exame.

As enfermeiras perceberam a resistência dele e começaram a explicar como seria o exame, colocando a seringa e a agulha como se fossem bichinhos (“a borboletinha que precisava pegar o mel porque estava com fome”) e a contar historinhas. Também deram a ele uma bexiga de luva cirúrgica, brincaram com ele e com toda a paciência do mundo conseguiram coletar o sangue dele sem nenhuma lágrima foi maravilhoso!

Depois de tudo isso ele ainda saiu da sala com um “Certificado de  Coragem” de personagem e sendo elogiadíssimo por elas pela sua coragem e ele saiu de lá se sentindo um “super herói”, contando com orgulho de sua experiência, coragem e mostrando para todos que via seu “troféu”: o certificado!

Realmente tratar situações de estresse, desconforto e medo com carinho, paciência, atenção e de maneira lúdica faz toda diferença. A ideia de todo este cuidado é que nossos pequenos passem por estas situações com o mínimo possível de estresse e sem maiores traumas e que seus pais não se sintam culpados e desconfortáveis com esta situação, além de retirar da cabecinha deles os “fantasmas do medo”!


Vanessa Mello, mãe do Kaique de 06 anos, empresária e proprietária da Angel´s Psico, apoio Psicológico a mamães e noivas.

VACINE-SE

RECADINHO SUPER IMPORTANTE, via Ministério da Saúde

Todas as crianças de 1 a  5 anos de idade que ainda não tomaram as vacinas nessa campanha devem ser vacinadas contra a poliomielite e o sarampo.
Informe-se na Secretaria de Saúde ou nas unidades de saúde da sua cidade para saber qual unidade estará aberta e não se esqueça da caderneta.

Com proteção, as doenças não voltarão.
Saiba mais em saude.gov.br/vacinareproteger #VacinarÉProteger

Entregue para a sociedade os homens que você gostaria de ter recebido

Inspiração de assunto para debater em família nesse próximo dia dos Pais!

Está na hora de nós, mães de meninos, começarmos a mudar algumas coisas nesse mundo. Em uma troca de mensagens de celular uma amiga enviou a imagem do projeto que ela está liderando em casa, seguido da frase: “Entregue para a sociedade os homens que você gostaria de ter recebido”!  Encontrei o gancho perfeito para entrar nesse assunto por aqui.

Uma matéria no The New York Times traz à tona que parte da diferença entre os salários de homens e mulheres que vemos hoje pode ser culpa de como somos educados,  começando ainda criança, em casa mesmo, na divisão e execução de tarefas domésticas.

A socióloga Sandra Hofferth,  da University of Maryland, afirma que estar envolvido com tarefas de casa desde pequeno é como as crianças aprendem a fazer isso. Uma das pesquisas revelou que meninos entre 15 e 19  fazem 30 minutos de tarefas domésticas por dia, contra 45 minutos delas.  Sabemos que esse serviço da casa sempre acaba ficando em  ombros femininos e essa é uma das razões de mulheres ganharem menos que homens nas suas carreiras. Segundo os pesquisadores equalizando essas atividades desde criança preparamos meninas para trabalhos remunerados, mas também os meninos  para tarefas não remuneradas que precisam ser realizadas.

Em casa não posso reclamar, minha sogra foi uma precursora bastante eficiente nesse tipo de educação. Não precisa falar para lavar a louça, tirar a roupa do varal, trocar a sacola do lixo, está lá … viu que precisa arrumar tome a iniciativa e faça.