Comida de Halloween: Receitas para o dia das Bruxas

Parece que essa história de muitas escolas optarem pelo ensino bilíngue o tal do Halloween dos americanos entrou mesmo para o calendário de festas no Brasil. Depois de passar por alguns dias das bruxas relaciono a data a algo semelhante a nossa “zoeira” de carnaval. Já sei de condomínios e grupos de mães se organizando no whatsApp para deixar sinais na porta para que as crianças saibam que serão bem-vindas por ali na hora do Gostosuras ou Travessuras. E não vale desovar os doces ruins que estão fazendo aniversário na despensa. O Pequeno Gourmet, um site com dicas para alimentação infantil saudável, enviou sugestões bacanas para que essa criançada não tenha “overdose” de açúcar no sangue no próximo dia 31 de Outubro. Que esse dia seja fit por aí também!

Olha só esse FrankiWi decorado com cenoura e os olhos do frankenstein de uvas passa.

Receita FranKiwi

Ingredientes: 3 kiwis – de preferência dois verdes e um amarelo; Uva passas; Cenouras

Modo de preparo: Cortar a casca do kiwis com cuidado para manter parte como cabelo. Cortar as pontinhas da uva-passa e fazer um buraquinho para acomodar os olhos e depois usar a cenoura para fazer a boca e os parafusos que ficam nas orelhas…

3) Travessa de frutas da bruxa 

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Ingredientes: 20 Mini mexericas; Mirtilos e Amoras à gosto; Talo do Salsão

Modo de preparo: Descasque as mexericas tomando cuidado para não soltar os gominhos. Em seguida, corte o talo do salsão em pequenos pedaços. Para decorar, encaixe-o com cuidado dentro da mexerica e as disponha em uma travessa. Para finalizar a mesa das bruxas, complete a decoração com os mirtilos e amoras!

Meus amigos já estão a todo vapor nas comemorações por lá. Agora, eu acompanho só pelas redes sociais e já teve festa com um esqueleto boiando dentro de suco;

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E uma cesta de pão de queijo que foi invadida por aranhas.ECA!!!

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Imagens: Renata Seleme

A Débora também já coletou várias ideias bacanas nesse post https://maternidadehoje.com/2015/10/28/20-gostusuras-para-o-dia-das-bruxas/

 

Mães empreendedoras: Apareçam

DICA amiga… se você tem aquela vontade de virar a chave e empreender não fique sozinha. Tem muita iniciativa bacana acontecendo por aí que estimula, financia e premia o empreendedorismo feminino. São escolas de negócios de universidades, co-workings, o já conhecido SEBRAE, grupos de investidores anjos e aceleradoras de negócios entre muitos outros.

Se você estiver em São Paulo o evento Descomplica Mãe!  no dia 21 de Outubro, pode ajudar.  Alessandra Haybittle e Dani Junco, idealizadora da B2Mamy – primeira e única aceleradora com foco no empreendedorismo materno, vão compartilhar dicas para mães que querem empreender, além de contar sobre a própria experiência no universo da maternidade e dos negócios.

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Rosely  Sayão e Mariana Ferrão são alguns dos outros nomes de peso na primeira edição do evento que nasceu com o propósito de descomplicar o diálogo na profissão mais nobre do mundo: ser mãe. E com isso permitir a troca de conhecimento e práticas nos pilares mais discutidos nas redes sociais: Cuidar, Inovar, Educar e Nutrir.

Serviço
Descomplica Mãe
21 de outubro de 2017, das 8h às 18h
Local: Espaço Hakka
Rua São Joaquim, 460 Liberdade – próximo ao metrô São Joaquim
www.descomplicamae.com.br

Investimento: R$197,00

 

Amamentação – Precisamos falar sobre isso

Há tempos queria postar sobre o tema e um convite para uma palestra da Medela foi meu motivador dessa vez. Digo isso porque um produto dessa empresa, por alguns meses, tocou mais no meu peito que o meu marido! A amamentação foi uma OBRIGAÇÃO e uma SUPERAÇÃO. Ela foi a minha primeira prova real de que uma MÃE faz tudo o que ela pode, pensando no melhor pelo filho, SEMPRE. Gabriel teve icterícia, por isso ficamos dois dias a mais no hospital para o banho de luz. Hoje, isso pode não ser nada, mas num pós-parto com hormônios desregulados é um efeito psicológico devastador ver um filho que acabou de nascer com tampão nos olhos e peladinho em uma incubadora iluminada. Nem consigo imaginar a dor de mães de bebês em UTI.  Soma-se a isso que marido e eu, estávamos sozinhos, sem parentes! A vovó conseguiu chegar dois dias depois do nascimento. O lado bom, afinal sou Polliana, foi que eu chamei muitas vezes a enfermeira de amamentação nos quatro dias de internamento!

Nos hospitais americanos, geralmente, as mães têm uma equipe de enfermeiras e as crianças outra. Hoje, acho isso muito lógico e bem eficiente, pois num pós-parto MÃE e FILHO precisam de cuidados e atenção distintos. A saga da amamentação aconteceu exatamente no dia 15 de maio de 2013 e durou uns bons 9 meses. No hospital, meu filho tomou fórmula, disseram-me necessário até que eu me acertasse com a nova função dos meus peitos. A tal da pega até hoje é uma incógnita, eu tinha leite, mas bebê e mamilos não conseguiam se acertar. Para ajudar SQN, cada um dá um palpite diferente nesse tema e isso nos deixa ainda mais confusas e perdidas. Depois de todas as tentativas, ainda no quarto da maternidade fui apresentada a uma consultora de lactação e a uma máquina extratora de leite da Medela (na época disponível só para hospitais). Esse aparelho também tem como objetivo não deixar que a produção de leite caia quando a mãe não consegue amamentar de forma natural. Depois de uns 15 dias de maternidade posso dizer que ela foi minha melhor amiga. Tive mastite, pensei que ia morrer (se você já passou por isso sabe do que estou falando). Os bicos sangravam tanto que não tinha condição de o bebê tocar. Por causa dessa máquina meu filho teve leite da fonte, enquanto a dor não me deixava fazer isso de forma natural.

No meu caso, foram praticamente 4 meses para que a amamentação fosse algo realmente natural. A máquina foi ótima, com ela consegui congelar leite para uns 3 meses. O ponto negativo é que são muitas peças e ter que lavar e esterelizar todas é um trabalho a mais nem tão legal assim na nova rotina materna. O papai ficava com essa tarefa!

Tentei me preparar muito para o momento do parto natural e todos os demais cuidados que o recém-nascido precisava, mas justamente no dia que eu ia fazer o curso de amamentação o Gabriel nasceu. Aprendi na raça, no choro, com mastite e com o apoio de enfermeiras lactantes muito bacanas, além de um grupo de amamentação. Foram quase três meses, TRÊS MESES, para eu me acertar com a amamentação. No grupo de lactantes  vi que eu não era a única naquele perrengue! Lá eles aceitavam mães e bebês com até 6 semanas de vida, eu vi bebê trocando a mamadeira pelo bico do peito da mãe, na relactação e mulher com trigêmeos fazendo o que podia para oferecer o melhor alimento do mundo aos filhos. Todas sabíamos que o melhor para o nosso filho não estava numa lata vendida em farmácia, por mais que ela seja necessária em muitos casos.

Nesse vídeo tem a máquina da Medela que auxiliou no processo de amamentação

 

Aquela visão romantizada de que é lindo e uma delícia não existiu para mim, por isso me cerquei de pessoas que entendiam sobre o assunto. Fui aos grupos de amamentação, procurei ajuda e tive uma mãe e um marido muito presentes, apoiando, incentivando e enxugando as lágrimas. Para a amamentação dar certo três coisas são muito importantes: um psicológico fortalecido, uma rede de apoio com vovôs, tias e/ou amigas e litros de água, que auxiliam e muito na produção.

O plano de saúde reembolsou parte do que gastamos com o aluguel da máquina da Medela, porque sabem que o mamá da mamãe é vacina, tem poder imunizador e promove uma reação em cadeia benéfica na saúde de mães e filhos.

 

O sonho do bebê americano

Depois de uns meses parada (assunto para outro post) resolvi voltar! Nosso blog entrou na lista de muitas assessorias de imprensa e tem conteúdo muito bom para ficar apenas na minha caixa de e-mails e outros nem tão bons assim que precisamos conversar. E tem assunto que eu PRECISO compartilhar: um deles está nas notícias por aí promovendo o sonho americano para mulheres brasileiras grávidas terem seus rebentos em solo americano. Assim, as crianças têm a tão falada dupla cidadania. O que mais impressiona são os casos reais de casais, próximos, que se submeteram a isso. Não quero julgar ninguém, apenas compartilhar informação. Gente que tem muito dinheiro, vai lá e faz sem pestanejar, mas acho arriscado a galera classe média colocando todas as economias no sonho americano.

O negócio de parir na terra de Trump é tão lucrativo que existem diversas empresas na Flórida, especializadas em receber essas mães brasileiras que fazem o bate-volta do nascimento por cerca de $ 30 mil dólares. Chineses abonados também fogem da poluição e da regra do filho único, além dos russos que já fazem esse turismo de nascimento há mais tempo que os brasileiros, só que na Califórnia. O problema é que eles têm o filho e “esquecem” da conta do hospital! O pediatra americano do Gabriel nos revelou que existem muitos estrangeiros que utilizam o serviço de pediatria da clínica nas primeiras semanas de vida do bebê e depois voltam para o país de origem sem pagar os médicos.

Filme que inspirou muitas chinesas a fazer “birth tourism” na Califórnia

Se você está pensando em ter um filho nos Estados Unidos, gostaria de colocar alguns pontos para análise:

1-Ter um filho nos Estados Unidos é caro, bem caro. Sem plano de saúde, pior ainda. Se você tem bastante dinheiro e esse não é o seu problema, QUE SORTE. Agora, se você é gente como a gente e está pensando em investir os tubos para ter um filho americano, que tal gastar esse dinheiro prolongando uma licença-maternidade, por exemplo, ou aplicar o dinheiro e quando for a hora gastar tudo nos “summer camps” de férias, ou fazer uma viagem dos sonhos em família … enfim.

Eu tive um filho americano, por acaso da vida. Foi uma oportunidade e graças a empresa que o pai do meu filho trabalha tivemos um suporte do plano de saúde, mas mesmo assim o parto “normal” nos custou quase $5 mil dólares. E a distância da família nessa hora, nem sei o que dizer.

2- Mudar a Constituição é algo muito difícil nos Estados Unidos, mas com tanto governante doido por aí – já pensou se algum dia resolvem mudar a regra? Todo o empenho vai por água abaixo e Donald Trump já declarou que pretende estudar o fim da concessão automática da nacionalidade americana.

3- Imposto – sabia que alguns donos de empresas de tecnologia abdicaram da cidadania americana e foram para Ásia só para pagar menos imposto? Na idade adulta o filho terá que escolher para quem vai pagar o imposto se para o Brasil ou se para os Estados Unidos, ou para os dois.

4-GUERRA – se você tiver um menino, como eu, tenho arrepios só de pensar nisso… Qual a maior probabilidade de algum país entrar numa guerra: Brasil ou EUA?

5- Não tem nada de ilegal em ter um filho em solo americano, desde que você pague a conta.

Sei que sou um ponto fora da curva por querer voltar a viver no Brasil, mas a frase que dizem ser de John F. Kennedy resume todo o meu sentimento: “Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país.”

Somos pais e sempre queremos o melhor para nossos filhos, muitas vezes o que planejamos e sonhamos não dá muito certo. Gentem… sei que por aqui a coisa está feia! Senti isso na pele, no último ano ao participar de muitas entrevistas de emprego e não conseguir me recolocar (assunto para outro post), mas passar o puerpério longe da família é triste e bem difícil. Ser americano por conveniência pode não ser tão boa ideia assim.

Se quiser saber mais sobre isso ou desabafar pode escrever! polliana@maternidadehoje.com

Ala, la ô ÔOOoo – É Carnaval

Muitas cidades e escolas já estão promovendo o grito de carnaval e na semana que vem começam as matinês! Tem ano que quero paz e sossego, fugir da bagunça, mas desde que o meu pequeno viu os ensaios do Bondindinho que passam na beira-mar tocando ao vivo marchinhas de carnaval da velha guarda, ele pirou. Quer porque quer saber, o que é esse tal de carnaval.

A Lella de Porto Alegre, é mãe de duas! Uma adolescente cheia de personalidade e da Cecília, que há pelo menos uns 4 carnavais ganha muita fantasia bacana. Ela adora trabalhos manuais, mas não sabe costurar. Então, inventa outras formas de criar fantasias para a caçula. Munida de TNT, cola quente e fita adesiva vermelha ela fez uma fantasia de pipoca e ovo frito que é sucesso garantido. Tudo confortável, barato e fácil de fazer! Ela compartilha essas e outras ideias no perfil @naoseicosturar do Instagram. Dá uma olhada:

Créditos: Mariella Taniguchi

Também dá para usar aquelas peças básicas do guarda roupa como jeans e camisetas coloridas com acessórios fáceis de fazer ou encontrar. Veja a sugestão da Hering Kids:

Morro de pena daquela criançada vestida, naquele calorão, com fantasias de tecidos quentes e cobertas da cabeça aos pés.A revista Parenting também já causou com as fantasias criativas! Já fiquei sonhando com um bloco de crianças iluminando a avenida.

 

 

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Gostou das fantasias criadas pela Lella? Tem outra ideia bacana de fantasias fresquinhas e criativas para criançada se esbaldar nesse carnaval? Envia para nós, podemos compartilhar sua ideia nas redes sociais do MH!