Ala, la ô ÔOOoo – É Carnaval

Muitas cidades e escolas já estão promovendo o grito de carnaval e na semana que vem começam as matinês! Tem ano que quero paz e sossego, fugir da bagunça, mas desde que o meu pequeno viu os ensaios do Bondindinho que passam na beira-mar tocando ao vivo marchinhas de carnaval da velha guarda, ele pirou. Quer porque quer saber, o que é esse tal de carnaval.

A Lella de Porto Alegre, é mãe de duas! Uma adolescente cheia de personalidade e da Cecília, que há pelo menos uns 4 carnavais ganha muita fantasia bacana. Ela adora trabalhos manuais, mas não sabe costurar. Então, inventa outras formas de criar fantasias para a caçula. Munida de TNT, cola quente e fita adesiva vermelha ela fez uma fantasia de pipoca e ovo frito que é sucesso garantido. Tudo confortável, barato e fácil de fazer! Ela compartilha essas e outras ideias no perfil @naoseicosturar do Instagram. Dá uma olhada:

Créditos: Mariella Taniguchi

Também dá para usar aquelas peças básicas do guarda roupa como jeans e camisetas coloridas com acessórios fáceis de fazer ou encontrar. Veja a sugestão da Hering Kids:

Morro de pena daquela criançada vestida, naquele calorão, com fantasias de tecidos quentes e cobertas da cabeça aos pés.A revista Parenting também já causou com as fantasias criativas! Já fiquei sonhando com um bloco de crianças iluminando a avenida.

 

 

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Gostou das fantasias criadas pela Lella? Tem outra ideia bacana de fantasias fresquinhas e criativas para criançada se esbaldar nesse carnaval? Envia para nós, podemos compartilhar sua ideia nas redes sociais do MH!

 

Nasce uma mãe! E a profissional, como fica?!

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Quando o período de licença está terminando, as mulheres devem tomar uma difícil decisão: se dedicar integralmente ao bebê ou voltar ao trabalho e retomar a sua carreira?

A mulher se depara com um turbilhão de questões que a deixa culpada por sua decisão de retornar! Independente se você é ou não mãe de “primeira viagem”, fica sempre a dúvida de como voltar ao mercado de trabalho, pois “mãe é mãe”!

Algumas perguntas surgem: Como estabelecer uma rotina? Como deixar meu filho em uma escola que não conheço? Será que minha mãe ou a babá vão dar conta? E se o meu bebê ficar doente?

Se você está nesta fase, com este “dilema” em sua vida, saiba que você não está sozinha!

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Não será fácil! Seus dias serão bem corridos, mas tenha certeza de que é possível conciliar seu bebê, marido, casa e carreira. Tudo se tornará um hábito, uma rotina e só basta você se organizar!

Prepare-se para este momento: Entenda que ficar pouco tempo com seu pequeno não significa ama-lo menos, mas sim dar melhores condições e maior conforto para ele, além da sua realização pessoal, que é muito importante para que consiga viver a maternidade com uma felicidade plena!

Algumas dicas são importantes para que você prepare seu retorno com tranquilidade e com a certeza de que seu filho será bem cuidado, amparado e que terá tempo para se dedicar a ele quando voltar do trabalho:

Primeira dica: Estabelecer horários- calcule o tempo que levará para fazer o percurso de ida e volta para seu trabalho, para conseguir estabelecer os horários da sua rotina e a do bebê, que deve ser determinada antes do retorno!

Segunda dica: Seguir uma rotina- para o bebê é muito importante manter uma rotina, mas você perceberá que para você também será essencial para que consiga conciliar o trabalho e os cuidados com o seu filho. Pense na rotina que adotará ao acordar, os horários de levar e buscar seu filho e quem irá faze-lo, quando chegar em casa como será sua rotina. Depois que seu bebê dormir você deve reservar pelo menos meia hora para você, isso é muito importante, programe-se!

Terceira dica: Verificar a flexibilidade da empresa- avalie se existe a possibilidade de repor os horários que precisar se ausentar (avisando com antecedência sempre que possível e evitando abusos é claro!). Você só poderá se ausentar frente a alguma emergência, por isso pense em alternativas, em pessoas que poderão auxilia-la caso seu filho fique doente ou se precisar levar ele em algum lugar, pois imprevistos acontecem! Pedir ajuda nestes momentos é essencial!

E por último e mais importante: mantenha a calma- ficar tranquila é importante para que você consiga organizar sua rotina, pensar em alternativas eficazes e principalmente “se acostumar” com a ideia de estar longe do seu bebê por boa parte do dia. Faça o momento mais maravilhoso e especial de sua vida ser único, mas perceba que ter uma carreira saudável e repleta de oportunidades é possível e não será prejudicial ao seu filho!

4 Dicas para a Volta da Licença Maternidade


Vanessa Mello é formada em Psicologia e com Especialização em Modelo de Gestão e Clima Organizacional, Diretora da Novarum Consultoria em Recursos Humanos e mãe do Kaique.

www.novarumconsultoria.com.br

Perdi meu plano de saúde. E agora?

O post de hoje é para falar de um assunto delicado. Desde 2015, muita gente que perdeu  o emprego formal, aquele de carteira assinada, perdeu também o plano de saúde da família inteira. Aí, o que se vê é a rede pública, que já não ia muito bem das pernas, ainda mais lotada.

Uma das premissas da medicina em qualquer lugar do mundo é a prevenção. Não é a toa que muitos planos de saúde nos Estados Unidos dão descontos aos “clientes” que fazem exercícios físicos regularmente e que estão sempre em dia com exames clínicos periódicos. Imagino que logo, logo essa moda também possa pegar por aqui. Mas e as crianças? Como podemos cuidar para que elas adoeçam pouco! Obviamente, de vez em quando um resfriado ou uma febre vai aparecer, faz parte do desenvolvimento infantil, mas de que maneira podemos contribuir para que nossos filhos sejam saudáveis?

  • Cuidando muito da alimentação, pode parecer bobeira, mas uma alimentação equilibrada é a melhor prevenção para qualquer doença em qualquer idade. Lembra a regrinha do prato colorido, com pelo menos 5 cores. É o arroz e feijão, combinado de uma proteína, legumes e verduras. Nem preciso dizer do vilão que o açúcar é na dieta infantil, né? Desconfie SEMPRE e seja consciente sobre tudo que venha dentro de pacotes coloridos.

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  • Cuidando do sono. A criança precisa dormir bem para se manter saudável. Aqui no blog já postamos sobre a quantidade de horas de sono, de acordo com cada idade.
  • Mantendo as extremidades do corpo sempre aquecidas. São detalhes que parecem coisa de vó, mas que podem fazer a diferença. É um pezinho descalço no piso frio, a meia úmida de suor dentro do tênis, a roupa íntima úmida no processo do desfralde.

Não sou médica, longe disso, mas em 2016 conheci e estudei um pouco da Antroposofia, e suas ramificações na Medicina Antroposófica e a pedagogia Waldorf. Independentemente de crenças e valores, sem radicalismos, vi muita lucidez na Antroposofia e acho que informação boa tem que ser compartilhada.

Se nenhum daqueles 3 itens ali em cima foram suficientes, o posto de saúde ainda não resolveu e você precisa de atenção médica ou exames, as clínicas médicas com preços populares estão se disseminando país afora. Vale lembrar que muitas dessas clínicas não atendem emergências. Algumas para sua lista:

Associação Médica do Paraná – Sinam

Acesso Saúde

Clip

Clifame

Dr. Consulta  

Dr. Agora

Minuto Med   

*Clínicas populares encontradas em São Paulo e Curitiba. O site da ANS também é um lugar para encontrar seus direitos e deveres quando o assunto é plano de saúde.

 

Educando crianças felizes

A photo by Ben White. unsplash.com/photos/4K2lIP0zc_k

Adorei a entrevista publicada pela revista Veja com a psicóloga e escritora Jessica Joelle Alexander. Americana, Jessica é professora na Europa e casada com um dinamarquês. Ao ter seu primeiro filho, ela passou a aprender sobre o jeito de educar dos dinamarqueses, povo que sempre está no topo das listas dos mais felizes do mundo.

Agendas lotadas de cursos e atividades extra-curriculares não têm vez por lá, já que um dos pilares do jeito de educar dinamarquês é a brincadeira. Criança tem que ter tempo livre para se divertir. Segundo Jessica “a brincadeira desenvolve empatia, estratégias de negociação e até a habilidade para lidar com o stress, quando situações relativamente perigosas se apresentam. Então, ao brincar, eles desenvolvem a resiliência, que é um dos componentes importantíssimos para a felicidade”.

Outro ponto super interessante é o tempo em família. Quando estão juntos, há uma regra implícita, respeitada por adultos e crianças, que proíbe celulares & cia, reclamações, fofocas e qualquer outro assunto polêmico, valorizando o tal conceito de tempo de qualidade, tão falado nesses dias de hoje em que o tempo virou bem preciosíssimo.

Jessica também conta de forma muito honesta que não tinha dom natural para ser mãe, mas que aprendeu com os dinamarqueses que a vulnerabilidade é o que nos conecta uns aos outros. Julgar menos e apoiar mais (já falamos disso por aqui) e incentivar a criação de grupos de mães é uma ótima forma de se socializar e superar os desafios que vêm junto com os filhos.

A entrevista completa com Jessica Joelle Alexander está nesse link. E para quem se animar, o livro Crianças Dinamarquesas pode ser comprado aqui.

 

Goldfish o snack dos bebês americanos

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Imagem Darrell Rudmann

O peixe dourado nos Estados Unidos é o equivalente da bolacha Maizena no Brasil. É aquele pacotinho que muita mãe carrega na bolsa em casos de emergência, trânsito. A comidinha que acalma desde, pelo menos, 1960 nos EUA. O sabor “original” lembra um pouco o gosto da nossa bolacha água e sal, hoje, o céu é o limite para os sabores e dá para encontrar de farinha integral, mel, baunilha, parmesão entre outros.

Eu conheci o Goldfish quando o Gabriel, aos 18 meses, ia duas vezes na semana para escola. Certo dia no mercado, passando pelos corredores, ele apontou para o pacote e disse Goldfish, depois fiquei mais atenta e percebi que na escola as professoras tinham quilos de Goldfish dentro de Ziplocks. Era tipo uma ração usada para acalmar as crianças!

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Imagem Divulgação

A maternidade me fez muito mais exigente nas escolhas alimentares da família!

Sabe aquela história de consumo consciente? Utilizo na alimentação também aonde equilíbrio é a palavra chave. Já ofereci muita bolacha Maizena e Goldfish para meu filho, mas em poucas ocasiões. Nos Estados Unidos também aprendi a ter damasco e uva passa como comida de emergência na bolsa, além daquelas frutas fáceis tipo banana e mexerica! E olha que eu detesto damasco e torço o nariz para uva passa.

Toda essa conscientização para entender quais eram os ingredientes do que eu comprava apareceu depois que eu conheci um site chamado desrotulando.com. Eles dão notas de 0 a 100, com base nos ingredientes e informações nutricionais do rótulo do produto. Os melhores produtos serão aqueles ricos nutricionalmente, com menor processamento, sem aditivos ou substâncias artificiais.

Foi aí que eu descobri que a bolacha maizena não era tão inocente assim. Dá uma olhada nas notas:

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Outra indicação bacana para você se aventurar nas escolhas saudáveis é seguir o perfil Comidinhas da Diana no Instagram. Fernanda Fontoura dá dicas super bacanas do que colocar no prato dos pequenos e grandes!