Empodere-se e se redescubra

Maternidade Hoje_empodere-se e se redescubra

Primeiramente gostaria de dar meu depoimento: sou uma mulher super Empoderada, muito feliz com o que sou, orgulhosa pelo que já fui e persistente e focada no que ainda quero e vou ser!

Para que possamos começar a repensar nossas ações e pensamentos devemos primeiro entender o conceito de Empoderar que se refere a dar ou concentrar poder ou domínio para você e para o próximo, de ter a consciência de sua importância, de seu posicionamento e papel na sociedade para que assim lute por todos os seus direitos.

A Onu instituiu os Sete Princípios de Empoderamento das Mulheres que defendem a igualdade dos gêneros tanto no ambiente corporativo como na sociedade em todos os níveis, onde homens e mulheres devem ser tratados de maneira justa e com respeito, sem que exista a discriminação.

Estes princípios defendem também o desenvolvimento da mulher através da educação e do empreendedorismo, enfim, destaca a igualdade de gêneros, de direitos e o papel da mulher na sociedade.

Sabemos que existe ainda muita desigualdade entre homens e mulheres, no ambiente corporativo, na política e em nosso papel na sociedade, mas buscar o nosso espaço, mostrar sempre que somos capazes, que fazemos a diferença é o primeiro passo para garantir nosso destaque neste cenário!

Hoje muitas mulheres são empresárias e ocupam cargos e lugares na sociedade que anteriormente eram dominados por homens, então muitas coisas já mudaram e muitas ainda mudarão!

Falar sobre Empoderamento é maravilhoso afinal, todas nós mulheres somos poderosas:
super mães, profissionais, esposas, donas de casa e super competentes em tudo que fazemos!
Nos desdobramos em 1.000 todos os dias para cuidar de nossa família, trabalho, casa, mercado, filhos, parceiros, farmácia, mais trabalho, ufa, o palco da vida nos traz tantos papéis e damos conta?

É claro que sim! E ainda falam que somos o “sexo frágil”, mas na realidade somos maravilhosas e batalhadoras, delicadas sim e não frágeis!

Poucas horas de sono, muita preocupação, muita dedicação, muito carinho é depositado em tudo que fazemos e ainda ficamos alertas 25 horas por dia!

Existe um grande problema em sermos tão multitarefas e ocuparmos tantos papéis assim durante o nosso dia e nossas vidas: muitas de nós se esquecem do principal papel, da atriz principal deste palco: NÓS MESMAS!

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Muitas mulheres com a correria, a maternidade, o trabalho e todos os afazeres diários se esquecem delas mesmas, de sua autoconfiança, de seu amor próprio, de carinhos e cuidados pessoais e acabam se tornando depressivas, desanimadas e a autoestima fica muito, mas muito abalada ou por um fio da inexistência.

Quando elas nos procuram buscam seu autoconhecimento, retomar sua autoestima, organizar suas rotinas para terem mais tempo para elas e à cima de tudo se reencontrar!

Mostramos para cada uma destas mulheres através de diversas técnicas o quanto elas são capazes, poderosas, maravilhosas em tudo que se dispõe a fazer e lindas, sim lindas!

Padrões são impostos pela sociedade, mas cada uma de nós tem sua beleza interna e externa, todas nós temos defeitos e o direito de errar, afinal somos humanas mesmo que “super mulheres” e devemos sempre perceber que nossas qualidades superam tudo!

Se cultivarmos sempre pensamentos positivos, soubermos reconhecer nosso potencial, nosso papel, nossas qualidades e deixarmos nossas crenças limitantes, medos e barreiras impostas por nós mesmas de lado, nosso brilho para o mundo lá fora irá refletir!

Se eu me vejo maravilhosa o mundo me enxerga EXCEPCIONAL!

A maior dica que posso dar a você é pensar positivo, pois atraímos o que pensamos e acreditar que é capaz, não desistir de seus sonhos e de seus ideais nunca!

Você é responsável pelas suas escolhas, pela sua vida e você pode e merece tudo que desejar, lutar é essencial, assim como errar e acertar faz parte da vida de todos nós!

Separe pelo menos 15 minutos por dia para você, ame mais, se cobre menos e tenha uma vida mais leve, pense nisso!


Vanessa Mello, empresária, proprietária da Angel´s Psico, mãe do Kaique de 06 anos, casada a mais de 15 anos, Empoderada e super feliz!

Viva a Maternidade

Viva a Maternidade

Gabriel (82)

Sou a Polliana, mãe desde 2013. Jornalista por formação. Agente de viagens numa reinvenção e blogueira por diversão! Comecei no Maternidade Hoje em 2015 escrevendo sobre o ônus e bônus de viver a maternidade fora do Brasil. Hoje, vivendo em terras Brasilis novamente compartilho minha visão de mundo e informações que acredito serem relevantes para vivermos nossas facetas de mãe e mulheres sem frescura.

Entregue para a sociedade os homens que você gostaria de ter recebido

Inspiração de assunto para debater em família nesse próximo dia dos Pais!

Está na hora de nós, mães de meninos, começarmos a mudar algumas coisas nesse mundo. Em uma troca de mensagens de celular uma amiga enviou a imagem do projeto que ela está liderando em casa, seguido da frase: “Entregue para a sociedade os homens que você gostaria de ter recebido”!  Encontrei o gancho perfeito para entrar nesse assunto por aqui.

Uma matéria no The New York Times traz à tona que parte da diferença entre os salários de homens e mulheres que vemos hoje pode ser culpa de como somos educados,  começando ainda criança, em casa mesmo, na divisão e execução de tarefas domésticas.

A socióloga Sandra Hofferth,  da University of Maryland, afirma que estar envolvido com tarefas de casa desde pequeno é como as crianças aprendem a fazer isso. Uma das pesquisas revelou que meninos entre 15 e 19  fazem 30 minutos de tarefas domésticas por dia, contra 45 minutos delas.  Sabemos que esse serviço da casa sempre acaba ficando em  ombros femininos e essa é uma das razões de mulheres ganharem menos que homens nas suas carreiras. Segundo os pesquisadores equalizando essas atividades desde criança preparamos meninas para trabalhos remunerados, mas também os meninos  para tarefas não remuneradas que precisam ser realizadas.

Em casa não posso reclamar, minha sogra foi uma precursora bastante eficiente nesse tipo de educação. Não precisa falar para lavar a louça, tirar a roupa do varal, trocar a sacola do lixo, está lá … viu que precisa arrumar tome a iniciativa e faça.

 

 

Mulheres no mercado financeiro

Se tem uma área que precisamos estimular participação feminina é a financeira. Nos últimos anos conheci o trabalho da Marilia Fontes, mestre em Economia e que entende tudo de mercado financeiro. Admiro as análises de Renda Fixa e todo seu conhecimento em investimentos publicados em alguns relatórios e também na página dela no Facebook!

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E para estimular a participação feminina nessa área a empresa de gestão de ativos financeiros  Pátria Investimentos lançou o #WomenWhoInvest.  O programa busca estagiária mulheres interessadas em ingressar no mercado de Private Equity.

Serão realizados dois eventos para as universitárias interessadas no mercado financeiro, onde as mulheres que trabalham no Pátria de diferentes senioridades compartilharão experiências e histórias sobre como construíram suas carreiras. O primeiro #WomenWhoInvest acontecerá no dia 17 de agosto no escritório do Pátria Investimentos, das 15h às 17h, e para participar basta realizar a inscrição pelo link: http://lnkd.in/dZFbwxh. O segundo #WomenWhoInvest acontecerá no dia 28 de agosto no Anfiteatro da Engenharia Elétrica da Poli USP, das 11h às 13h, e não necessita de inscrição prévia.

Serviço:
#WomenWhoInvest – 17 de agosto, entre 15h e 17h, no escritório da gestora – Avenida Cidade Jardim, 803 – SP – Inscrições no site http://lnkd.in/dZFbwxh;
#WomenWhoInvest – 28 de agosto, entre 11h e 13h, no Anfiteatro da Engenharia Elétrica da Poli USP – Cidade Universitária, Av. Prof. Luciano Gualberto, travessa 3, nº 158, São Paulo – SP – Não necessita de inscrição prévia;

Podem participar da seleção para o programa de estágio da Pátria alunas dos cursos de Engenharia, Administração de Empresas, Economia, Direito, Estatística e Ciências Contábeis que se formem no intervalo entre dezembro de 2019 e dezembro de 2020, com disponibilidade para estagiar a partir de janeiro do ano que vem. As inscrições para o programa de estágio vão até o dia 31 de agosto e podem ser feitas pelo site: 99jobs.com/patria.

 

Inseminação caseira

Em 2017 li uma matéria da BBC Brasil sobre inseminação caseira em que homens doam espermatozoides para realizar o sonho de mulheres e casais homoafetivos de ter um filho. A reportagem contou a história de um homem de 61 anos que já “ajudou” a gerar cerca de 24 crianças. O distinto cavalheiro já doou mais de 150 vezes seu material genético no mais sincero intuito de ajudar a quem precisa. Não há relação sexual nessa doação, o homem fica feliz e depois entrega o resultado para a mulher, que então faz a inseminação caseira.

Esse pessoal criativo aí está em grupos fechados nas redes sociais e encontraram uma solução barata, pois o custo de inseminação artificial está bem longe de ser acessível a grande parte da população, porém duvidosa para a maternidade. Será que estão cientes do risco que correm?

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Segundo o  Dr. Mario Cavagna, diretor da Divisão de Reprodução Humana do Hospital Pérola Byington e integrante da equipe médica da Genics Medicina Reprodutiva, as mulheres correm muitos riscos em manipular uma amostra seminal desconhecida. “O doador pode ser portador de uma doença infecciosa, como hepatite C ou HIV, por exemplo. Do ponto de vista técnico, os procedimentos de reprodução humana devem ser realizados por uma equipe médica, em uma clínica preparada, onde serão solicitados os devidos exames do doador para avaliar seu estado de saúde, além da supervisão em relação ao controle da ovulação, para saber o momento certo da inseminação e garantir um atendimento especializado. Realizar a inseminação de forma amadora é uma barbárie”, alerta o especialista e ex- presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana.

O médico ainda aconselha: “As mulheres deveriam se reunir para batalhar por mais direitos, como ter mais acesso aos tratamentos de reprodução humana no SUS, cobrar coberturas mais amplas dos planos de saúde para essa finalidade, mas jamais se expor dessa forma”, finaliza.

Qualquer tipo de comercialização de material biológico humano é proibido no Brasil, conforme o art. 199 da Constituição Federal de 1988. Toda doação de substâncias ou partes do corpo humano, tais como sangue, órgãos, tecidos, assim como o esperma, deve ser realizada de forma voluntária e altruísta.

Essa modernidade toda do século XXI anda trazendo tantos assuntos à tona que fica difícil até regulamentar certas atitudes seja no viés de Saúde Pública, seja na área jurídica. Fato é que esse tema até parece coisa de filme, mas está acontecendo aqui no nosso quintal.

Matéria da BBC que inspirou esse post:  https://www.bbc.com/portuguese/geral-42145205